domingo, 27 de janeiro de 2013

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Eu não conhecia o garoto que derrubou o segurança para tentar abrir a porta e tentar escapar da morte; eu não conhecia a menina que simplesmente jogou os sapatos de salto em um canto e correu para onde todos estavam indo, na esperança de ver o céu escuro e seguro do lado de fora da boate; eu não conhecia a banda, que por mais que não soubessem das consequências, matou mais de duzentos e quarenta pessoas; mas nesse momento, a única coisa que me resta conhecer é um Brasil que não sabe dizer o quanto sente muito por não ter mais saídas disponíveis naquele lugar; é uma mãe, que chora desesperada porque o filho não vai mais voltar pra casa; é um irmão, que não acredita que o possível "herói" dele está morto. 
   Todo mundo morreu um pouquinho ao ouvir no noticiário que tantas vidas, tantas almas novas se foram sem realizar seus sonhos, sem alcançar suas expectativas, sem um adeus digno. Ninguém sabe se abraça os pais, se acalma as crianças ou as deixa chorar, se fica revoltado com as falhas enormes que custaram vidas, ou se tenta viver como se nada tivesse acontecido, como se não se importasse. E tudo isso me dói, me dói saber que poderia ter sido com alguém próximo, que eu amasse, alguém que me fizesse sorrir todo dia, porque querendo ou não, o motivo de alguém ser feliz não está mais entre nós. 
   Não há mais nada o que fazer; os corpos já estão no legista, as lágrimas já rolaram, a respiração já foi sessada, e os "eu te amo" já não foram ditos. Pra nós, os vivos, resta tirar uma lição disso: viver. É tão clichê dizer que é pra se viver o agora, sem esperar o amanhã quando o trabalho nos ocupa todo dia, quando não nos importamos mais com o que fazer para o jantar, quando um abraço e um beijo são trocados somente em momentos ultra especiais, porém eu só peço que procurem não ter arrependimentos ou coisas pendentes na vida; se é pra fazer, que faça hoje, não espere o depois, porque como aprendemos com a tragédia na boate em Santa Maria, o amanhã pode não chegar, não é mesmo?

sábado, 19 de janeiro de 2013

ONE DIRECTION ESPERA SER TÃO GRANDE QUANTO OS BEATLES NO JAPÃO COM UMA TRADICIONAL BOAS-VINDAS


One Direction seguiu os passos dos Beatles e esperam ser grandes no Japão.

A história se repetiu quando o quinteto chegou em Tokyo da mesma forma que seus antecessores 50 anos atrás.

Os Beatles chegaram no Japão no dia 28 de Junho de 1966 para a parte asiática de sua turnê mundial.Começou com uma controversa com um protesto de japoneses nacionalistas contra a realização de shows no Nippon Budokan em Tokyo, que foi construído para apresentação de artes marciais e não de shows, em junho e julho.

Assim como os Beatles, One direction foram apresentados com tradicionais kimonos no aeroporto de Tokyo e foram supreendidos por muitas fãs histéricas.Os galãs – Harry Styles, 18, Zayn Malik, 20, Liam Payne, 19, Louis Tomlinson, 21, e Niall Horan, 19 – chegaram no Japão parar começar a filmagem do primeiro filme 3D deles e para promover o segundo álbum Take Me Home.

Os seguranças da banda estavam muito preocupados com a multidão esperando eles chegarem, com isso fizeram com que os garotos pegassem um voo mais cedo para que conseguir um caminho mais seguro pelo aeroporto.Mas os garotos estavam dispostos a tirar fotos e dar autógrafos.

Niall twittou:
O aeroporto estava louco. Muito amor dos fãs japoneses. Japão, esse lugar é muito legal. Mal posso esperar os próximos dias. Vai ser divertido!

A banda apenas retornou da África, onde visitaram favelas de Gana como parte da visita para o Comic Relief. Eles também gravaram um single especial para o Red Nose Day.

Fonte:OneDirectionBrasil




quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Directioner internada após vídeo de Haylor

 Nesse ano-novo saiu um vídeo de Harry Styles e Taylor Swift se beijando




( esse vídeo doeu em mim , dsclp por eu ta fazendo vocês verem isso :( ) Há boatos que após esse vídeo ter saido , uma directioner está internada por auto mutilação  #oremos !